sábado, 30 de outubro de 2010

Cruzeiro na vice-liderança, Atlético de novo na zona da degola

A partida de hoje em Prudente Paulista, contra o Grêmio Prudente, foi boa para o Cruzeiro que somou três pontos e se igualou ao Fluminense - perde a liderança pelo saldo de gols-
Um jogo morno onde a Raposa cumpriu o traçado pelo treinador, vencer a partida e somar 3 pontos. Muitos passes errados - mais de 50 pelo time do Cruzeiro - uma partida cadenciada, mas, o Cruzeiro aproveitou as chances e saiu o primeiro tempo vencendo por 2 x 0, gols do zagueiro Léo e Robert. O placar permaneceu até o final nos 2 x 0, talvez um pouco mais de capricho fizesse o time da toca ampliar o marcador.
Agora a equipe se prepara para receber em Uberlândia, no Parque do Sabiá, na próxima quarta-feira a equipe do São Paulo, busca a vitória e "seca" o Fluminense que enfrenta no Sul, o time do Internacional.

No mesmo horário, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, o Atlético recebeu o Botafogo e não foi bem na partida, acabou perdendo por 2 x 0, resultado que faz o Galo retornar para a zona do rebaixamento na 17ª colocação.
O time de Dorival Júnior esqueceu muito rápido a palestra do "Tropa de Elite", perdeu chances incríveis de marcar e acabou sofrendo os 2 gols dos cariocas.
Na próxima quarta-feira, o Atlético enfrenta em Campinas o Guarani que está acima do adversário 1 ponto e uma colocação, será o conhecido jogo de seis pontos.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

São Judas Tadeu



Nesta quinta-feira (28 de outubro) devotos de São Judas Tadeu compareceram em massa, após procissão que partiu do Santuário São Sebastião até a capela do santo, no Bairro Tarza.

A comunidade do bairro festejou o dia do santo das causas impossíveis promovendo a tradicional novena pelas ruas do bairro Tarza e culminou com a procissão e missa campal na porta da capela no dia de ontem.
Os devotos de São Judas Tadeu se fizeram presentes na celebração, uns para agradecerem as graças alcançadas, outros para renovarem os pedidos.

Após a celebração por Pe. José Miguel, houve queima de fogos e barraquinhas / a banda acompanhou o cortejo dando um toque especial nos cânticos durante a procissão.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Atlético empata pela Sul Americana

Ontem, na Arena do Jacaré, o Atlético entrou em campo com um misto quente, jogando a primeira partida das quartas de final da Sul Americana e empatou com o Palmeiras.
Depois de um primeiro tempo sem gols, o Galo com Diego Souza e Obina reforçando a equipe na etapa final, viu o Palmeiras abrir o marcador através de Kleber. O Atlético pressionou muito e acabou empatando com Obina, numa cobrança de penalti. A segunda etapa da partida foi marcada pelas boas defesas dos goleiros de Palmeiras e Atlético.
A segunda partida - de volta - será em São Paulo, no pacaembu, dia 10 de novembro e, o time de Dorival Júnior precisa vencer ou empatar com placar acima de 2 tentos para avançar na competição.
Hoje a equipe já treina visando o compromisso de sábado, ainda em Sete Lagoas, onde os mineiros recebem os cariocas botafoguenses, pelo campeonato brasileiro, almejando uma boa vitória e dar um "xô" definitivo à zona de rebaixamento na competição.

Cruzeiro - Sem jogar, o time da Toca perdeu uma posição no brasileirão, após empate entre Flamengo x Corinthians ontem no Engenhão - Rio de Janeiro - pois a equipe paulista passou a somar os mesmos 54 pontos que tem a equipe mineira, porém com melhor saldo de gols. Cuca prepara o time para pular à frente na competição, no jogo a ser realizado contra o Grêmio Prudente, também no sábado, lá em Prudente Paulista. Precisa vencer e "secar" o Fluminense que enfrenta hoje a noite o Grêmio de Porto Alegre, para retomar a liderança do certame.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Voto compartilhado

Ladislau Dowbor é formado em economia política pela Universidade de Lausanne, Suiça;

Doutor em Ciências Econômicas pela Escola Central de Planejamento e Estatística de Varsóvia, Polônia (1976).

Atualmente é professor titular no departamento de pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, nas áreas de economia e administração

Semear ódio não ajuda

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26.10.2010

Há momentos de posições declaradas. E há limites para tudo.

Segundo o vídeo de Arnaldo Jabor, está sendo preparada uma ditadura, e os culpados seremos nós, se votarmos na Dilma.

Isto com dramático acompanhamento musical, o Jabor parecendo aqueles antigos personagens do Tradição, Família e Propriedade dos anos 1960 anunciando a apocalipse política.

Caso mais sério, segundo a CBN, o futuro governo Dilma seria dirigido pelo José Dirceu, isto dito em tom pausado de reportagem séria.

Nos e-mails religiosos aprendo que o futuro governo vai matar criancinhas. Quanto à Veja, não preciso ser informado, pois já a capa mostra um monstruoso polvo que vai nos engolir.

E naturalmente, temos o aborto, último reduto da direita, instrumento político de profunda covardia, para quem sabe o que é a indústria do aborto clandestino.

Aborto aliás já utilizado na campanha do Collor contra o Lula, anos atrás. Argumentos patéticos desta mídia podem ser rejeitados como fruto de uma fase histérica de quem quer recuperar o poder a qualquer custo.

Mas há uma dimensão que assusta. Muitos dos textos e vídeos exalam e estimulam um ódio doentio. E são produzidos e reproduzidos aos milhões, coisa que as tecnologias modernas permitem.

Os grandes grupos da mídia, e em particular as quatro grandes famílias que os controlam, não só aderiram de maneira irresponsável à fogueira ideológica, como jogam com gosto lenha e gasolina, ainda que sabendo que se trata de comportamentos vergonhosos em termos éticos, e perigosos em termos sociais.

O poder a qualquer custo, vale a pena? Semear e estimular o ódio é perigoso. Porque com o atual domínio de tecnologias de comunicação, o ódio pode ser espalhado aos grandes ventos, e os órgãos que controlam a mídia não se privam.

Espalhar o ódio pode ser mais fácil do que controlá-lo. O tom da grande mídia se assemelha de forma impressionante aos discursos às vésperas da ditadura.

Que aliás foi instalada em nome da proteção da democracia. Fernando Henrique Cardoso, que não teve grandes realizações a apresentar, entregou o governo dizendo que tinha consolidado a democracia. Herança importante.

Vale a pena colocá-la em risco? O governo Lula tem méritos indiscutíveis. Abriu espaço não só para os pobres, mas para todos. À dimensão política da democracia acrescentou a dimensão econômica e social.

Tornou evidente para o país que a massa de pobres deste país desigual, é pobre não por falta de iniciativa, mas por falta de oportunidade.

E que ao melhorar o seu nível, pelo aumento do salário mínimo, pelo maior acesso à universidade, pelo maior financiamento da agricultura familiar, pelo suporte aos municípios mais pobres, e até por iniciativas tão elementares como o Bolsa Família ou o Luz para Todos, mostrou que esta gente passa a consumir, a estudar, a produzir mais. E com isto gera mercado não só no andar de baixo, mas para todos.

Esta imprensa que tantas manchetes publicou sobre o “aerolula”, hoje sabe que a diversificação do nosso comércio internacional, a redução da dependência relativamente aos Estados Unidos, e a prudente acumulação de reservas internacionais, que passaram de ridículos 30 bilhões em 2002 para 260 bilhões atualmente, nos protegeram da crise financeira internacional.

Adquirimos uma soberania de verdade. E no plano ambiental, só em termos da Amazônia o desmatamento foi reduzido de 28 para 7 mil quilómetros quadrados ao ano.

Continua a ser uma tragédia, mas foi um imenso avanço. Realização onde o trabalho de Marina Silva foi importante, sem dúvida, como foi o de Carlos Minc. Mas foi trabalho deste governo, que nomeou na área ambiental realizadores e não ministros decorativos.

E a sustentabilidade ambiental não é apenas verde. Os investimentos do PAC nas ferrovias e nos estaleiros são vitais para mudar a nossa matriz de transporte, hoje dependente de caminhões.

A construção de casas dignas é política ambiental, que não pode ser dissociada do social. Os investimentos em saneamento do programa Territórios da Cidadania, em cerca de 2 mil municípios, articulam igualmente soluções ambientais e sociais, como o faz o programa Luz para Todos.

Tentar dissociar o meio ambiente e o progresso social é um feito real que a direita conseguiu, divide pessoas que batalhavam juntas por um futuro mais decente. Mas é ruim para todos.

O bom senso indica claramente o caminho da continuidade, equilíbrando as dimensões econômica, social e ambiental. Absorver a dimensão crescente dos desafios ambientais, e expandir as dinâmicas do governo atual articulando os três eixos.

Mas discutir isto envolveria uma campanha política em torno de argumentos e programas, onde a direita só tem a oferecer o argumento de que seria mais “competente”. O importante, é saber a serviço de quem seria esta competência.

A continuidade das políticas é vital para o Brasil. O que tem a direita a oferecer? Mais privatizações? Mais concentração de renda? Mais pedágios de diversos tipos? Leiloar o Pre-Sal?

A última iniciativa do Serra foi tentar privatizar a Nossa Caixa, felizmente salva pelo governo federal. Como teria sido o Brasil frente à crise sem os bancos públicos?

Os jornalistas sabem, mas quando falam, como Maria Rita Kehl, e escrevem o que sabem, são sumariamente demitidos. Que recado isto manda para o jornalismo? A opção adotada foi bagunçar os argumentos políticos, buscar a desestabilização, assustar as pessoas, semear ódio.

Qualquer coisa que tire da eleição a dimensão da racionalidade, da opção cidadã. Porque pela racionalidade, o próprio povo já sabe onde estão os seus interesses, e os resultados são evidentes.

O caminho adotado é baixar o nível, sair da cabeça, ir para as tripas. Não o próprio candidato, porque este precisa parecer digno. Mas os esperançosos herdeiros de poder em torno dele, ou a própria família.

O ódio que esta gente espalha está aí, palpável. E funciona. A maior vítima desta campanha eleitoral ainda pode ser o resto de credibilidade deste tipo de mídia, e os restos de ilusão sobre este tipo de política.

Eu voto na Dilma com a consciência tranquila. Fiz inúmeras avaliações de governos, profissionalmente, no quadro das Nações Unidas.

E fiz a avaliação de políticas sociais do governo de FHC, a pedido de Ruth Cardoso, nas reuniões que tínhamos com pessoas de peso como Gilberto Gil e Zilda Arns.

Sem remuneração, e com isenção, como o faço hoje. Eram políticas que nunca se tornaram políticas de governo, porque a base política não permitia que ultrapassassem a dimensão da boa vontade real da primeira dama.

A base política do candidato Serra, desde a bancada ruralista até os negociantes das privatizações, é a mesma. E se assumir o vice, como tantas vezes já aconteceu, não será apenas um atraso generalizado para o país, será uma vergonha mundial. (Fonte: Carta Capital).

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América vence de goleada

A rodada da semana pela série B do brasileirão teve início na noite anterior e o América se deu bem ao vencer seu adversário, aplicando uma bela goleada.
Fábio Júnior foi a estrela da noite, assinalando dois tentos, ambos de penaltis, no rebote após defesa do goleiro adversário, no primeiro momento da cobrança. A sorte esteve ao lado do artilheiro que hoje conta de 16 tentos, 1 a menos que Alessandro do Ipatinga.
A vitória do Coelho por 4 x 1 deixa a equipe com 55 pontos na vice-liderança ao lado de mais 2 concorrentes que ainda farão seus jogos na sexta-feira.
Além de se preparar para o próximo compromisso - calcula-se a necessidade de mais 3 vitórias para o Mecão chegar à série A do brasileirão - o América estará "secando" seus adversários" diretos pela vice-liderança, Figueirense e Bahia.

domingo, 24 de outubro de 2010

Cruzeiro perde a liderança

No Parque do Sabiá, em Uberlândia, o Cruzeiro perdeu o jogo e a liderança, após ser derrotado pelo rival Atlético.
O time celeste pecou em perder várias oportunidades, contrário ao jogo dos atleticanos que em quatro finalizações fatais sairam com a vitória. Obina marcou 3 vezes e viu Montillo esperdiçar uma cobrança de penalti na primeira etapa que fez a diferença no clássico jogado no triângulo mineiro.
O Atlético venceu por 4 x 3. Quatro finalizações, quatro gols, enquanto a Raposa com mais de vinte finalizações chegou apenas a 3.
O Galo saiu da zona do rebaixamento, a Raposa perde a liderança, com o mesmo número de pontos do Fluminense, fica na segunda colocação por força do regulamento da competição.
Os atleticanos voltaram a respirar na competição após vitória sobre o mais que rival cruzeirense.

Tigre enfurecido e Coelho preguiçoso

Pela série B do brasileirão, os jogos da sexta-feira e do sábado, mostraram os times mineiros em polos opostos.
O Ipatinga venceu mais uma, desta vez a vítima foi o Bragantino - 2 x 1 o placar - com dois gols do artilheiro Alessandro - na série B ele realmente é artilheiro -
O Tigre somou 33 pontos - 17ª colocação - a cinco do primeiro fora da zona da degola. A luta do Tigre continua e nada está perdido.

Já o América, voltou jogar aquele futebolzinho -no campeonato mineiro não faz nada, só atrapalha Cruzeiro x Atlético - Perdeu para o Duque de Caxias pela contagem mínima, numa partida que o Coelho tem que esquecer....não jogou nada, nem parecia ser o América da quarta posição no certame.
Agora o Coelho não pode perder mais, senão, deixa escapar entre os dedos a sua almejada classificação para a série A.

Parque do Sabiá - Logo mais, 18,30 horas um grande clássico mineiro e brasileiro entre o líder Cruzeiro contra o Atlético que luta para sair da zona do rebaixamento...deve ser um jogo eletrizante...vamos aguardar....em Uberlândia pela primeira vez na história desse clássico do futebol mineiro.