segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Flagrantes



Na fotografia da esquerda é o que se pode dizer "daqui não saio, daqui ninguém me tira". Trecho recentemente pavimentado em bloquetes, que liga o Bairro Tarza às Vilas, ao final dessa etapa da obra, essa situação inusitada. Um poste bem no meio da via - estranho que a CEMIG procedeu serviços necessários a outro poste que estava tombando e aquele ficou - será que a burocracia fala mais alto ou será que a taxa cobrada pela CEMIG para mudança de local, etc..., não foi paga? Qualquer que seja a resposta continuará esquesito ou inusitado este fato. Quem sabe se espera que algum motorista após chocar com o poste em possível acidente venha dizer o mesmo, em tempos passados, quando nossas avenidas tinham postes de iluminação bem no meio delas e depois de um choque o motorista disse:" ora essas, isso são lá horas de poste ficar no meio da rua?"

No flagrante da fotografia à direita, mais um "desencontro de um veículo pequeno, uma moto com um caminhão que já havia enquadrado para atravessar o pontilhão, quando o "famigerado jeitinho brasileiro" dos apressadinhos da moto e do veículo menor obrigaram o caminhão recuar para evitar maiores transtornos, não sem antes de um disse me disse.
Um sinalzinho faria muito bem para evitar de vez esses desencontros.

Santos leva pancada no Mineirão

Ontem no Mineirão, o Santos assistiu a equipe de Celso Roth passear em campo. O placar de 3 x 1 favorável ao Galo foi pouco pelo que se viu no gramado.
A primeira etapa encerrou com apenas um tento para o Atlético, mas, poderia ter sido um placar dilatado, pois, os mineiros tocavam a bola e chegavam com facilidade na zaga praiana. Na segunda etapa o Atlético marcou mais duas vezes e o Santos descontou se viajou feliz por não ter sofrido uma goleada histórica, uma vez que o alvi-negro paulista foi envolvido o tempo todo da partida.
A vitória deixa o Galo no G-4 com a mesma pontuação do Internacional.

domingo, 27 de setembro de 2009

Barueri "paga o pato"

Na arena Barueri, a Raposa entrou em campo na noite desse sábado para enfrentar a equipe paulista e saiu com a vitória pelo marcador mínimo.
Gilberto foi o autor do gol isolado da partida que levou o Cruzeiro a somar 35 pontos. O lance do gol foi irregular e os donos da casa reclamaram bastante, além de reclamarem também de um suposto penalti no final da partida. Literalmente a arbitragem foi mais um desastre no brasileirão e o Barueri "pagou o pato" pelos erros ocorridos na partida dos cruzeirenses na rodada anterior contra o Palmeiras, onde o "debiloide da latinha" arranjou um belo resultado para o alvi-verde que lidera o campeonato. No Brasil é assim mesmo, cumprem a lei quando querem e, foi assim que o Corinthians levou a taça em 2005, agora parece que o beneficiado deverá ser outro paulista. Esse é o país que pretende sediar uma copa do mundo em 2014, com um futebol de invejar o mundo e arbitragens e dirigentes a fazer inveja em qualquer quadrilha tipo Fernandinho Beira-Mar.
O Cruzeiro ganhou o jogo e desta vez o débito ficou por conta do Barueri.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Novamente Palmeiras derrota o Cruzeiro com erros gritantes da arbitragem

O jogo dos Palestras nesta noite no Mineirão, ficou marcado pela arbitragem tendenciosa do soprador de latinha que deixou de marcar três penalidades em favor do Cruzeiro. Duas nos primeiros minutos de jogo e outra na segunda etapa.
A Raposa que iniciou a partida muito bem, abriu o marcador e cedeu ao empate numa falha do goleiro Fábio, tudo isto nos dez minutos iniciais.
Na segunda etapa, apesar de apenas defender, numa jogada de contra ataque, os celestes viram a equipe do Palmeiras virar o jogo que terminou em 2 x 1.
O gol da virada surgiu no momento em que o treinador Adilson "ensebava" para substitiuir Fabrício que não deveria ter retornado, pois, no intevalo, já deixava o gramado sentindo a contusão no lance da penalidade não marcada pelo árbitro.
O Palmeiras ainda assim jogou bom tempo com um atleta a menos, devido expulsão, mas, o Cruzeiro tentou atacar desordenadamente e na única chance real, Kleber, enquanto esteve em campo viu seu "morteiro" esbarrar na trave do arqueiro Marcos.
Por erros de arbitragens o campeonato brasileiro, ficou sem a lenha que o Cruzeiro poderia ter colocado na fogueira e, assim, o alvi-verde se distanciou na liderança com tres pontos à frente do segundo colocado.

Bahia segura Tigre e Cruzeiro aguarda Palmeiras

Ontem à noite, no Ipatingão, o time de Emerson Ávila não conseguiu somar os tres pontos necessários para aproximar dos primeiros colocados na série B do brasileirão.
Um jogo apático onde as equipes não produziram algo de especial, assim, o resultado final não poderia ser outro e terminou sem abertura de contagem.
Um resultado péssimo para ambas equipes, principalmente para o Ipatinga que jogou em casa, novamente para um público misterioso - estádio vazio -

Hoje, após a novela das nove da Globo, Cruzeiro x Palmeiras entram em campo no Mineirão, num encontro de Palestras - antigo nome dos atuais clubes.
A polêmica principal é Kleber - o gladiador participou de festividades da torcida do porco, neste final de sema - que precisa jogar muito, bater córner, fazer gols e as pazes com a massa celeste que está ciumenta com essa "bigamia" do artilheiro.
Problemas à parte, o líder Palmeiras chega com vontade de se manter na ponta da competição e se possível distanciar um pouco mais dos seguidores. O Cruzeiro, por sua vez, pretende continuar com o melhor aproveitamento do segundo turno e se projetar um passo maior, a partir das próximas rodadas. Dá-lhe raposa!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ouviram do Ipiranga

Ouviram do Ipiranga, Tietê, São Francisco, Matipó e Santana - a quatro cantos - as margens plácidas/de um povo heróico o brado retumbante.
O Hino Nacional Brasileiro deverá ser cantado em todas escolas de ensino fundamental - públicas e particulares - em todo território nacional, pelo menos uma vez por semana, por força de lei sancionada pelo então presidente em exercício José de Alencar.
Acho importante que o nosso hino seja mesmo difundido nas escolas, para quem sabe, o futuro político brasileiro, das próximas décadas, tenha além de civilidade, honestidade para com a pátria amada.
Uma pena que em canetadas dessas, oriundas da presidência, não acabam com a imunidade parlamentar das excelências, não destinam mais recursos para a saúde, para educação e cultura - sem desvios - e ainda, que as mesmas excelências não sejam julgadas por colegas, num verdadeiro corporativismo. Ah, claro, nesse momento a tinta da caneta é que acaba.
E é salutar que os estudantes possam ter melhor conhecimento dessa incomparável letra e música do Hino Nacional Brasileiro, muito embora cantado noutros tempos nas escolas, acabou caindo no esquecimento, por terem abolido a prática e até mesmo as horas cívicas nas escolas -é lindo e difícil mesmo - mas para se cantar em público...é melhor treinar e saber.
Tenho certeza que esses jovens estudantes saberão mais tarde estufar o peito, sentir arrepios nas pernas e entoar o final: "Dos filhos deste solo/és mãe gentil/Pátria amada, Brasil!"
Caso contrário, a cantora Vanusa, que em março do corrente ano, na Assembléia Legislativa de São Paulo deturpou letra e música do hino nacional -a cantora justificou problemas com automedicação para labirintite- poderá entoar o final do hino de maneira tal: "Dos filhos deste solo és a mãe que pariu os maus da Pátria Brasil".

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

A calçada da fama sem mesas e cadeiras

A proibição de mesas e cadeiras nas calçadas do comércio da cidade em geral, aflorou uma polêmica entre os raul-soarenses. Ancorada no Código de Trânsito, Código de Postura do Município e leis esparsas, a municipalidade proibiu o uso da calçada para fins comerciais - mercadorias, mesas e cadeiras...etc... - e na vontade de intermediar interesses de comerciantes e usuários, o Legislativo trava uma verdadeira queda de braço com o Executivo.
Nas conversas entre amigos, numa rodinha aqui, outra ali, o assunto não apenas versa sobre futebol, mulheres, homens, drogas, pequenos furtos à luz do dia, grandes furtos na calada da noite, sempre sobra um tempinho para a "polêmica das mesas e cadeiras na calçada".
Opiniões variadas, umas com fulcros na legislação, outras ao amparo do bom senso e até mesmo outras equiparadas a decretos criados em grandes centros, por exemplo: Rio de Janeiro, Vitória e Belo Horizonte, dão o tom da conversa no desejo de solucionar a questão.
Interessante uma opinião daquele cidadão "erado" - "esse caso tá virando política e política não pode ser na base do pega, puxa, estica e vai (isso é samba), portanto nessa hora o melhor é dançar uma valsa e exercitar o jogo de cintura, onde Executivo, Legislativo e partes envolvidas discutam com lucidez um novo projeto para o bem de todos".
Boa idéia essa maninho, juntando-se as outras inúmeras sugestões, poderia ter um final feliz para todos e isso envolveria regras básicas que constariam nos próprios Alvarás de Funcionamento. Dias e horários para utilização das calçadas, com mesas e cadeiras em números pré-determinados pelo órgão responsável pela licença, com direito a fiscalização, multas e cassação do Alvará. Claro que nem todos estabelecimentos teriam condições de atender as exigências, principalmente quanto ao espaço mínimo destinado para o livre trânsito de pedestres.
Uma convivência pacífica entre usuários das vias e usuários do "lazer" nos bares da cidade. Isso não é burlar a lei, é apenas demonstar que entre humanos a paz é possível através do entendimento. Melhor então que não haja vencedor nessa queda de braço a não ser a paz e a glória do entendimento.