sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O Céu está um marasmo

Essa época de eleições no Brasil, deixa o Céu pouco habitado, anjos e santos abandonam o "lar doce lar", para se candidatarem à presidência da república brasileira, aos governos estaduais e ao congresso mais ficha limpa do planeta.
Prometem mundos e fundos, inclusive coibir o vício de legislar em causa própria - essa proposta é muito boa - aliás, seus fundos poupados ao longo das grandes espórtulas doadas por seus devotos, são distribuidas generosamente aos seus cabos eleitorais.
Dizem que no Nordeste o eleitor recorre ao Padre Cícero para acertar o voto, enquanto noutras bandas Pais de Santos são consultados e noutras regiões, Mãe Dinah é a consultora da vez. Tem-se notícias, ainda, que os mais abastados preferem uma consulta internacional, onde o Polvo, aquele que acertou todos os resultados da última Copa do Mundo de Futebol dá uma boa dica a trôco de alguns dólares.
Enquanto isso, os poucos santos que lá no Céu permanecem, naquele marasmo total, fazem uma faxina geral à procura de "ficha suja" e ainda bem que o guardião celestial, São Pedro, fica de lá, observando toda a movimentação eleitoral, sem deixar de atender os pedidos de chuva para todos aqui na terra.
Sendo assim, rogo a São Pedro, uma chuva boa para a região.

Segundo turno do brasileirão

A vigésima rodada do brasileirão, ou o início do segundo turno, terminou ontem, quinta-feira. O Cruzeiro de Cuca chegou ao G-4 e o Atlético de Luxemburgo permaneceu na zona de rebaixamento, na 17ª colocação.

Na quarta-feira, a Raposa jogou e venceu o Internacional de Porto Alegre, pelo escore mínimo - 1 x 0, gol de Everton. A vitória celeste ocorreu em Uberlândia, no Parque do Sabiá, onde a equipe está invicta. As últimas partidas cruzeirense, um empate e quatro vitórias, deixa o time da Toca na quarta colocação com 34 pontos - 7 atrás do líder Fluminense.

Ontem, no Rio de Janeiro, o Atlético enfrentou o Vasco em São Januário, sofreu o primeiro gol e na segunda etapa conquistou o empate. Final da partida, 1 x 1 que não muda a situação do Galo na tabela de classificação. Com apenas 18 pontos, fica na zona da degola e mesmo que vença seu próximo compromisso, não será suficiente para sair da situação incômoda.
Nos últimos jogos, parte da torcida pede a "cabeça de Luxemburgo" e o presidente Kalil já coloca sua "matraca" prá funcionar, procurando uma solução, inclusive cobranças de maior luta do elenco.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

A História do Bela Vista de Sete Lagoas -transcrita de globoesporte.com

08/09/2010 07h00 - Atualizado em 08/09/2010 07h00

Brasil Afora: Bela Vista, de Sete Lagoas, lotou Bernabéu contra o Real

Conheça a história do pequeno clube do interior de Minas Gerais, que encarou o galáctico time de Di Stefano em excursão confusa pela Europa

Por Marco Antônio Astoni Sete Lagoas, MG

time do Bela Vista na EuropaBela Vista posa para foto em amistoso na Europa
(Foto: Arquivo pessoal de Edésio)

Em 1958, na Suécia, o Brasil conquistou sua primeira Copa do Mundo e fez o planeta se encantar com o futebol vistoso de Pelé, Garrincha, Didi, Vavá e companhia. O que fez o Real Madrid, então tricampeão europeu, convidar o campeão brasileiro daquele ano para um amistoso no grandioso estádio Santiago Bernabéu. Com toda a publicidade feita – por cartazes, comerciais em programas de rádio e em carros de som pela cidade –, o estádio abriu suas portas para um público de aproximadamente 80 mil pessoas, que viu o esquadrão de Di Stéfano, Puskas, Gento, Kopa, Santamaria e Rial enfrentar aqueles que supunham ser o melhor time do Brasil. E em uma tarde fria do outono espanhol, eis que surge no gramado a brava equipe brasileira, formada por: Ademar; Isaías, Gaia, Toledo e Edésio; Salvatore, Murilinho, Waldir Nenezão e Assis; Marinho e Baiano. Comandando o time, no banco de reservas, o técnico Orlando Rodrigues... do Bela Vista!

Quem? Se os brasileiros presentes ao estádio não faziam ideia de quem estava no time, imaginem os espanhóis. A dúvida tinha razão de ser. Afinal, o time de camisas verdes em campo era o desconhecido Bela Vista Futebol Clube, de Sete Lagoas, cidade a 70 quilômetros de Belo Horizonte. Diferentemente do Santos de Pelé, do Botafogo de Garrincha ou mesmo dos colegas de estado Atlético-MG e Cruzeiro, um clube sem glórias. O time só disputaria seu primeiro Campeonato Mineiro na volta da viagem à Europa.

Empresário

Assim como hoje, os empresários já atuavam no futebol. E o Brasil, distante da Europa, era um prato cheio para os grandes golpes em uma época sem internet e com comunicação precária. Um tal Fauszlinger, que a maioria supunha ser alemão e desconhecia o primeiro nome, acertou 30 jogos para o Bela Vista na Europa, com cota razoável para o time mineiro. Com isso, apresentar o desconhecido clube de Sete Lagoas como campeão brasileiro era golpe fácil de aplicar, se feito de forma rápida e eficaz. Fauszlinger, após acertar o jogo com o Real Madrid, fez grande campanha pela cidade e conseguiu mobilizar a opinião pública e lotar o Santiago Bernabéu.

Mas o fato é que o Bela Vista não se intimidou e não fez feio. O jogo foi duro, e os merengues só venceram por 2 a 1, com um gol marcado por Gento nos minutos finais. Não se sabe se os bicampeões europeus jogaram receosos por enfrentarem o 'campeão brasileiro' ou se o Bela Vista realmente deu trabalho ao poderoso Real Madrid.

Aventura na Europa

Após o bom desempenho frente aos espanhóis, o Bela Vista seguiu para a França, onde os problemas da delegação na Europa começaram. Depois da derrota por 3 a 1 para o Olympique, em Marselha, alguns diretores do clube e o técnico Orlando Rodrigues foram ao hipódromo da cidade, de onde saíram apenas por poucas horas nas semanas seguintes. Com comando esfacelado, excesso de partidas marcadas e jogadores soltos em um mundo totalmente desconhecido e repleto de prazeres, a derrocada do Bela Vista em gramados europeus era questão de tempo.

O time ainda tinha jogos marcados na Itália, Suíça, Alemanha Ocidental, Alemanha Oriental, Holanda, Dinamarca e Inglaterra. E cumpriu a maioria deles, mesmo com baixas no elenco. Os jogadores Assis e Marinho, por exemplo, aceitaram propostas de times europeus e deixaram a delegação.

jogos do time do Bela Vista na EuropaRelação de partidas do Bela Vista, de Sete Lagoas, na Europa (Foto: Arquivo pessoal de Edésio)

Mesmo com todos os percalços, o Bela Vista seguiu pelo velho continente, fazendo jogos duros com times tradicionais, como Grasshoper, da Suíça (1 a 1), Bologna, da Itália (2 a 3) e Hamburgo, da Alemanha (0 a 1).

O golpe fatal ao nome do clube veio na partida contra o Newcastle, da Inglaterra, no St. James Park. Totalmente desfigurado e com o zagueiro Gaia fazendo as vezes de técnico, roupeiro e capitão, o time sofreu impiedosos 12 a 1. A goleada gerou preocupações no CND (Conselho Nacional de Desportos) e no próprio Itamaraty, que exigiram a volta do Bela Vista ao Brasil, para não 'sujar o nome do futebol brasileiro no exterior'.

O Bela Vista ainda fez mais quatro jogos – quatro derrotas – antes de voltar ao Brasil para a disputa do Campeonato Mineiro de 1958. Na bagagem, um saldo de 24 jogos, com três vitórias, dois empates e 19 derrotas. O time fez 29 gols e sofreu 74 em gramados europeus.

Testemunha

Seu Edésio ex-jogador do Bela VistaSeu Edésio, ex-jogador do Bela Vista
(Foto: Rodrigo Fuscaldi / Globoesporte.com)

O lateral-esquerdo Edésio chegou ao Bela Vista especialmente para a excursão à Europa. E, curiosamente, nunca mais deixou Sete Lagoas.

Nascido em Barra do Piraí, interior do Rio de Janeiro, começou a carreira no Royal, de sua cidade natal. Depois passou por América-RJ e Vasco, onde jogou ao lado de grandes nomes do futebol brasileiro, como o goleiro Pompeia e o zagueiro Djalma Dias, campeões cariocas em 1960, e Ademir Menezes, artilheiro da Copa do Mundo de 1950, já em fim de carreira.

Funcionário aposentado da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Edésio se lembra com detalhes da viagem à Europa.

- A gente viajou em um bimotor da Panair. Parou em Dacar, seguiu para Portugal, e, de lá, direto pra Espanha. Fomos todos para uma tourada, bem interessante. Lembro-me também de quando estávamos na Alemanha, perto do Muro de Berlim. Havia fotos de várias pessoas que morreram na guerra e no meio delas tinha uma do Garrincha, que ocupava um lugar central. E todo mundo parava para olhar.

O ex-jogador também se lembra bem da partida contra o Real Madrid.

- Foi uma surpresa. O estádio estava lotado. E todo mundo na cidade só falava do jogo. Fomos recebidos como os reis do futebol. E por muito pouco, saímos de campo com o empate. O segundo gol deles saiu só no finzinho, e de pênalti.

Casado e pai de dois filhos, Edésio acompanha de perto o futebol, mas diz não gostar do que vê atualmente.

- Torço para o Cruzeiro. Não perco um jogo do time, mas o futebol de hoje é pior do que na minha época. Hoje os times jogam para trás, só pensam em defender e marcar. Quando eu jogava, a gente atacava o tempo todo.

Futuro

programação no vestiário do Bela VistaProgramação de treinos no vestiário do Bela Vista
(Foto: Marco Antônio Astoni / Globoesporte.com)

O Bela Vista tem planos ambiciosos para os próximos anos. Com o departamento de futebol profissional desativado, o plano é retomar as atividades e disputar a terceira divisão do Campeonato Mineiro já em 2011.

O time já bateu os gigantes de Belo Horizonte nos tempos de glória. O Atlético-MG foi derrotado por 3 a 2, em 1961, no estádio Independência. Já o Cruzeiro foi batido por 1 a 0, também na capital mineira.

Segundo o atual presidente do Bela Vista, o advogado Wágner Oliveira, tudo está encaminhado para que o projeto saia do papel. Falta apenas o apoio financeiro de uma grande empresa da região de Sete Lagoas, que, segundo Oliveira, já está em fase final de negociação. O Bela Vista tem equipes ativas em todas as categorias de base e conta com mais de 350 jovens em suas escolinhas.

estádio do Bela VistaCondições precárias do estádio do Bela Vista, em Sete Lagoas (Foto: Rodrigo Fuscaldi / Globoesporte.com)

O clube, que já revelou jogadores como o zagueiro Thiago Heleno, do Corinthians, e o lateral Marcos Rocha, ex-Atlético-MG e hoje no América-MG, sonha alto, para – quem sabe um dia – voltar a enfrentar um time poderoso, como o Real Madrid...

Feriado com rodada pela série B do brasileirão

Jogando fora de casa, o América conquistou uma boa vitória em Bragança Paulista, diante do Bragantino e encostou no G-4.
Com dois gols de Luciano, o Coelho afundou ainda mais a equipe paulista, somou 33 pontos e assume a quinta posição na série B do brasileirão. O próximo compromisso dos mineiros será no sábado, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, contra o vice-lider Coritiba.

Por sua vez, o Ipatinga continua em péssima situação e parece não ver luz no fim do túnel. O Tigre jogou em casa e perdeu por 2 x 1 para o Paraná, permanecendo na lanterna da competição. Tempo ruim para o time do vale do aço que terá outro compromisso dificílimo contra o Bahia - 4º colocado -em terras baianas.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Gol espírita de Roberto Carlos


Divulgação Científica

Físicos explicam gol de Roberto Carlos

3/9/2010

Agência FAPESP – Muito antes da Jabulani, não se discutia a bola, mas sim quem a chutava, como os jogadores de futebol que encantaram torcidas com chutes de grande efeito e repercussão ainda maior. O Brasil tem uma notável tradição em gols feitos após curvas mirabolantes e improváveis – como o chamado “gol espírita”. Nelinho, Dicá, Zenon, Zico, Roberto Dinamite e o glorioso Didi, o criador da “folha seca”, são alguns dos mais lembrados nesse quesito.

Entre os atletas brasileiros ainda em atividade, um dos destaques é Roberto Carlos, que ficou conhecido por seus gols feitos com fortes chutes de longa distância e efeitos imponderáveis. Como um dos mais famosos deles, no Torneio da França de 1997, no jogo entre as seleções brasileira e francesa, que terminou empatado.

O chute de bola parada, cobrança de falta, foi de muito longe, a 35 metros das traves, e o lateral tomou mais uns dez para correr até bater na bola. A curva foi tamanha que saiu do quadro da câmera de televisão que focalizava a cena de frente.

O goleiro francês nem se mexeu. A bola passou a mais de 1 metro à direita do último homem da barreira. Parecia que ia para fora – muito fora –, quando mudou completamente de trajetória e entrou com violência no canto do gol, para perplexidade de Fabien Barthez, o arqueiro francês.

Um novo estudo acaba de concluir que o gol não foi um golpe de sorte ou obra do acaso, mas sim resultado de uma sequência de fatores. O trabalho, publicado no New Journal of Physics, foi feito, curiosamente, por cientistas franceses, da École Polytechnique in Palaiseau.

Segundo os pesquisadores, Barthez não pulou para tentar alcançar a bola por achar que ela iria para fora, uma vez que a trajetória o fez induzir que passaria longe do gol. Atrás da linha de fundo, um gandula abaixou com medo de ser atingido pela bola, que julgou estar na sua direção.

Usando pequenas bolas de plástico e estilingues, os cientistas variaram a velocidade e o giro de bolas se deslocando pela água de modo a poder traçar diferentes respostas e trajetórias.

Os resultados confirmaram o efeito Magnus, que dá a uma bola girando enquanto se desloca no ar uma trajetória curva e indicam que, além da força, a distância foi importante para o gol brasileiro.

A fricção exercida na bola pela atmosfera em seu entorno diminuiu a velocidade o suficiente para que o giro assumisse um papel maior na trajetória. Foi o que resultou na mudança brusca de direção no último momento, quando todos imaginaram que a bola iria para a linha de fundo.

Segundo os cientistas, o movimento resultante pode ser chamado de “espiral de uma bola girando” e é bem diferente dos efeitos resultantes de chutes de distâncias menores (entre 20 e 25 metros), como as cobranças de falta de jogadores como Michel Platini e David Beckham.

“Quando chutada de uma distância longa o bastante e com uma força suficiente para mantê-la em uma determinada trajetória à medida que se aproxima do gol, a bola pode assumir um comportamento inesperado”, disse Christophe Clanet, um dos autores do estudo.

“O chute de Roberto Carlos começou com uma trajetória circular clássica que subitamente dobrou de forma espetacular, levando a bola para dentro do gol, embora um instante antes tenha parecido que iria para fora. As pessoas frequentemente destacam que a falta foi batida de muito longe. Em nosso artigo, mostramos que isso não foi coincidência, mas uma condição necessária para gerar uma trajetória em espiral”, disse. Outro ponto fundamental, claro, foi a grande habilidade do lateral em cobrar faltas.

O gol de Roberto Carlos pode ser visto em: www.youtube.com/watch?v=30Vy5Fesy_E

O artigo The spinning ball spiral (doi: 10.1088/1367-2630/12/9/093004), de Christophe Clanet e outros, pode ser lido por assinantes do New Journal of Physics em http://iopscience.iop.org/1367-2630/12/9/093004.


Brasileirão no meio do caminho

A rodada do final de semana do campeonato brasileiro de futebol, foi o marco divisório da competição. Dezenove rodadas, apresentando o Fluminense na liderança, seguido na cola pelo coritnhians.

Pela série B, América x Ipatinga não se deram bem na rodada. O Coelho perdeu em casa para Ponte Preta, após abriu o marcador na primeira etapa, deixando a Macaca virar o placar para 3 x 1 no segundo tempo - em plena Arena do Jacaré - se distanciando do G-4. O próximo compromisso dos americanos será no feriado de 7 de setembro em Bragança Paulista, contra o Bragantino.
O Ipatinga terminou a primeira fase da competição em último lugar, com apenas 15 pontos ao perder mais uma. Dessa vez o Tigre visitou o Icasa do Ceará e perdeu por 2 x 0. O próximo compromisso do time do vale do aço será no feriado - terça 7 de setembro - onde receberá o Paraná, em busca de reabilitação.

Pela série A, tivemos um Cruzeiro brilhante na partida contra o Palmeiras, realizada no Pacaembu e Kleber (ex-Cruzeiro) abriu o marcador cobrando penalidade. O Palestra paulista virou o primeiro tempo com vitória parcial por 2 x 0. As modificações feitas pelo técnico Cuca, surtiram efeito e a Raposa virou o marcador. Com três gols na segunda etapa, Roger, Monttillo e o estreiante Farias, os mineiros decretaram o final de 3 x 2, numa grande final, melhorando o posicionamento na tabela, se aproximando do G-4 com 31 pontos. O próximo jogo do Cruzeiro será na quarta-feira, em Uberlândia, contra o Internacional de Porto Alegre.

Em Ipatinga, o Atlético tinha o jogo na mão, quando empatou e virou o jogo ainda no primeiro tempo com 2 gols de Obina - ambos de penalti - Mais uma vez, em falha do goleiro Fábio Costa no primeiro gol e de toda a zaga nos outros gols do tricolor paulista, o Galo sofreu a "revirada" do jogo que terminou 3 x 2 para o São Paulo, resultado que deixa a equipe mineira, ao final da 19ª rodada - primeiro turno - na zona de rebaixamnto.
Na quarta-feira o time de Luxemburgo tenta a reabilitação diante do Vasco, em São Januário e não poderá contar com o artilheiro Obina que recebeu o 3º cartão amarelo.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Penúltima rodada do brasileirão

A penúltima rodada do brasileirão teve início ontem, na terça-feira, com jogos pela série B, numa rodada nada agradável para os mineiros.
O Ipatinga jogando em casa não saiu do empate sem gols contra a Portuguesa Paulista. O Tigre continua na zona da degola após esse resultado contra a Lusa.
Em Recife, o América também não foi feliz e perdeu por 1 x 0 para o Sport numa partida em que o Coelho reclamou bastante da arbitragem. A derrota do Coelho para o Leão da Ilha do Retiro, "retira" os mineiros do G-4.

Pela série A, o Atlético deu a volta por cima e venceu de virada o Goiás, em partida realizada no Serra Dourada. Tardelli que ficaria no banco, sentiu dores na coxa - ou no glúteo - não participou da partida. Obina marcou de penalti, empatando a partida e com a entrada de Diego Souza que veio do banco de reservas e também marcou, o Galo superou as dificuldades com novo gol de Obina - ambos de penalti- encerrando a partida com 3 x 1 sobre o lanterna Goiás.
Apesar da vitória oxigenar a equipe de Luxemburgo, o Atlético segue na zona do rebaixamento, com 17 pontos e na 17ª colocação.

Em seguida às novelas da Globo - ki b?#*? p/ o futebol - o Cruzeiro entrou em campo na sua nova casa em Uberlândia para enfrentar o Flamengo que apresentava Silas como novo treinador.
A Raposa marcou logo no início através de Robert - que perdeu outras chances de ampliar - depois de boa jogada de Montillo.
Alguns ataques dos rubro-negros bem contidos pela defesa celeste e pelo grande goleiro Fábio e, no mais, um Cruzeiro dominando o jogo o tempo todo, perdendo gols incríveis. A Raposa continua sentindo falta de um "matador" - todas as partidas crias jogadas de gols que são perdidos bisonhamente -
Final, vitória do Cruzeiro sobre o Flamengo por 1 x 0 e se mantendo , a Raposa, no grupo dos classificados para a Libertadores.