A equipe do Pontal do Triângulo estava equilibrando as ações na partida, até que, Kanu foi expulso após levar dois cartões amarelos, prejudicando bastante seu time. A partir desse momento, o Coelho não vacilou, venceu a partida e ocupa a quinta posição, podendo ser superado pelos concorrentes que farão seus jogos no final de semana.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Coelho abre oitava rodada do campeonato mineiro com vitória
A equipe do Pontal do Triângulo estava equilibrando as ações na partida, até que, Kanu foi expulso após levar dois cartões amarelos, prejudicando bastante seu time. A partir desse momento, o Coelho não vacilou, venceu a partida e ocupa a quinta posição, podendo ser superado pelos concorrentes que farão seus jogos no final de semana.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Para meditar
"O TEMPO PASSOU E ME FORMEI EM SOLIDÃO"
José Antônio Oliveira de Resende
Professor de Prática de Ensino de Língua Portuguesa, do Departamento de Letras, Artes e Cultura, da Universidade Federal de São João del-Rei.
Sou do tempo em que ainda se faziam visitas. Lembro-me de minha mãe mandando a gente caprichar no banho porque a família toda iria visitar algum conhecido. Íamos todos juntos, família grande, todo mundo a pé. Geralmente, à noite.
Ninguém avisava nada, o costume era chegar de pára-quedas mesmo. E os donos da casa recebiam alegres a visita. Aos poucos, os moradores iam se apresentando, um por um.
– Olha o compadre aqui, garoto! Cumprimenta a comadre.
E o garoto apertava a mão do meu pai, da minha mãe, a minha mão e a mão dos meus irmãos. Aí chegava outro menino. Repetia-se toda a diplomacia.
– Mas vamos nos assentar, gente. Que surpresa agradável!
A conversa rolava solta na sala. Meu pai conversando com o compadre e minha mãe de papo com a comadre. Eu e meus irmãos ficávamos assentados todos num mesmo sofá, entreolhando-nos e olhando a casa do tal compadre. Retratos na parede, duas imagens de santos numa cantoneira, flores na mesinha de centro... Casa singela e acolhedora. A nossa também era assim.
Também eram assim as visitas, singelas e acolhedoras. Tão acolhedoras que era também costume servir um bom café aos visitantes. Como um anjo benfazejo, surgia alguém lá da cozinha – geralmente uma das filhas
– e dizia:
– Gente, vem aqui pra dentro que o café está na mesa.
Tratava-se de uma metonímia gastronômica. O café era apenas uma parte: pães, bolo, broas, queijo fresco, manteiga, biscoitos, leite... Tudo sobre a mesa.
Juntava todo mundo e as piadas pipocavam. As gargalhadas também.
Pra quê televisão? Pra quê rua? Pra quê droga? A vida estava ali, no riso, no café, na conversa, no abraço, na esperança... Era a vida respingando eternidade nos momentos que acabam.... Era a vida transbordando simplicidade, alegria e amizade...
Quando saíamos, os donos da casa ficavam à porta até que virássemos a esquina. Ainda nos acenávamos. E voltávamos para casa, caminhada muitas vezes longa, sem carro, mas com o coração aquecido pela ternura e pela acolhida. Era assim também lá em casa. Recebíamos as visitas com o coração em festa... A mesma alegria se repetia. Quando iam embora, também ficávamos, a família toda, à porta. Olhávamos, olhávamos... Até que sumissem no horizonte da noite.
O tempo passou e me formei em solidão. Tive bons professores: televisão, vídeo, DVD, e-mail... Cada um na sua e ninguém na de ninguém. Não se recebe mais em casa. Agora a gente combina encontros com os amigos fora de casa:
– Vamos marcar uma saída!... – ninguém quer entrar mais.
Assim, as casas vão se transformando em túmulos sem epitáfios, que escondem mortos anônimos e possibilidades enterradas. Cemitério urbano, onde perambulam zumbis e fantasmas mais assustados que assustadores.
Casas trancadas.. Pra quê abrir? O ladrão pode entrar e roubar a lembrança do café, dos pães, do bolo, das broas, do queijo fresco, da manteiga, dos biscoitos, do leite...
Cruzeiro goleia e assume liderança
O Cruzeiro jogava com naturalidade sem forçar em demasia as jogadas, conseguiu o primeiro tento através de Eliandro, após ótimo passe de Roger, que ainda se deu ao luxo de perder uma penalidade aos 29 minutos. A primeira etapa encerrou em apenas 1 x 0 para a Raposa.
Na segunda etapa, o Zebu voltou ainda mais retrancado, explorando as jogadas de contra ataque, mas, antes dos 20 minutos da segunda etapa teve um atacante expulso por jogada violenta e ai a "vaca foi para o brejo. Os gols cruzeirenses foram surgindos naturalmente e Bernardo, Thiago Ribeiro ( 2 vezes) e Anderson Lessa completaram a sonora goleada acontecida no Mineirão.
O resultado deixa o Cruzeiro na liderança isolada da competição, com 18 pontos.
Domingo, o Cruzeiro retorna a campo, em Juiz de Fora, onde enfrenta o terceiro colocado, Tupi, depois volta pensar na Libertadores, pois, dia 11 enfrenta em Caracas o Deportivo Cali.
quarta-feira, 3 de março de 2010
Galo patinando em gramado pesado no vale do mucuri
No início um jogo movimentado, que levava ao delírio a torcida americana e também a atleticana, numa partida bem disputada.
Os rubros do Mucuri abriram o marcador num belo gol de cobertura, mas, sofreram o empate numa falta bem cobrada por Coelho, apesar do arqueiro do América - terá que se explicar para o treinador - ter colocado apenas quatro na barreira, diante de uma falta frontal.
A chuva que era mansa, engrossou o caldo e entornou a bacia de São Pedro, deixando o gramado impraticável. Num lance de profundidade do ataque dos americanos, o ala esquerda do Galo, Leandro, chegou atrasado e cometeu falta, cartão amarelo, era o segundo e foi expulso. Na sequência do lance, escanteio para os donos da casa que fuzilou mais uma vez a meta do goleiro Aranha. Lance de escanteio para o Atlético, o zagueiro americano, empatou a partida, jogando para as próprias redes, numa cabeçada, debaixo de forte temporal.
As equipes deixaram o gramado, um empate de 2 x 2, com Wanderley Luxemburgo reclamando bastante...Bahaaaahhhh...ele e o Kalil...no twiter, não tá dando prá aguentar.
As condições do gramado não era boa para a prática do futebol, mas o árbitro resolveu dar sequência à partida e o Atlético quase marca novamente numa falta inexistente, marcada na intermediária do América, novamente, bem cobrada por Coelho.
A partir dai, dois terços da partida já havia sido realizada e, caso o jogo fosse paralisado e encerrado, o resultado seria válido. Novamente o árbitro suspendeu temporariamente a partida, no momento em que Tardelli sentiu uma fisgada na coxa, bastante reclamada por Luxemburgo, que culpava a arbitragem. Bom, o Luxa, errou, a obrigação dele e da comissão técnica era maner seu grupo aquecido até que uma decisão fosse tomada.
Precisou que o presidente da Federação Mineira de Futebol, interviesse, contactando o delegado da partida para que a mesma fosse encerrada, no sentido de preservar a integridade dos atletas, devido ao péssimo estado do gramado.
O juiz acatou e encerrou a partida - ou suspendeu - só que pelo regulamento, jogado mais de dois terço da mesma, prevalece o resultado 2 x 2.
Agora o jeito é aguardar o chorôrô amanhã, nos bastidores, mas, se prevalecer o regulamento contido nas recomendações da FIFA, a partida está encerrada e o resultado é empate em 2 x 2 .
segunda-feira, 1 de março de 2010
A sociedade brasileira só quer saber
Falar em “Pena de Morte” no Brasil é um segredo para operadores do direito penal. Motivos variados levam os arquitetos das leis penais a desvencilhar-se do assunto e, sempre, ou na maioria das vezes, alegam fragilidade no sistema investigativo e inquisitório. Talvez o investimento governamental seja reduzido para a área de segurança, tornando ineficazes nossas leis e ações para o combate à criminalidade. Conseqüentemente a segurança do cidadão fica à deriva. Lamentável, que tudo isso, esteja garantido apenas nos escritos da nossa Carta Magna, sem o devido cumprimento que o rigor da Lei exige.
No momento, toda sociedade brasileira clama e exige rigor nas apurações e respectivas punições ao maníaco Marcos Antunes Trigueiro, que assombrou famílias mineiras, na área metropolitana da capital mineira. Crimes de estupros, seguidos de morte contra suas vítimas – cinco já confessados - tudo isso, após conquistar sua liberdade condicional sobre as condenações em crimes anteriores, de sua autoria, considerado de menor potencial ofensivo. Sentenciado, esse maníaco poderá ter uma pena de até 240 anos, porém, o nosso engessado Código Penal Brasileiro, não permite que se cumpra mais que trinta anos de prisão. chegam a pensar que o crime compensa. Como diria o “sem vergonha” – que debochou dois garis da grande São Paulo, na programação de fim de ano, numa grande emissora de TV – isso é uma vergonha!
Réu confesso em cinco crimes a ele atribuídos, conforme noticia toda imprensa, mais as comprovações através de exames ultramodernos de DNA, uma pergunta paira no ar que respira a sociedade brasileira: existirá tratamento psicológico, educacional ou qualquer outro que reverta, a índole de uma “besta humana” para se reintegrar à sociedade?
O país que cobra as mais altas taxas de impostos do mundo, de seus cidadãos, não pode esperar, haja que se crie um tribunal especial de juristas renomados, para rever nossas leis penais. Afinal o ser humano evolui naturalmente e aqui entre nós, o índice de vida ativa vem aumentando e o que era no máximo de cinqüenta anos, hoje, atinge setenta e sete, vírgula qualquer coisa para homens e até oitenta anos para mulher. Conclusão rápida: as penas para esses crimes deveriam aumentar – com base na simples expectativa de vida - já agora. E para o futuro, investimentos na área educacional, porque dessa geração atual, pouquíssimos tiveram prestação educacional e civilizatória por parte do estado. Daí o aumento da criminalidade mesmo no âmbito de alguns abastados em riquezas materiais – tal qual políticos que nos roubam – mas que não tiveram berço na infância e preferem o jeitinho brasileiro para levar vantagem sempre.
Resta, ao estado, esquecer a doença desse maníaco, elaborar uma lei que tenha a previsão da Pena de Morte e fazer dos seus restos mortais, objetos de pesquisa para a ciência.
No Brasil, para haver condenação, tem que existir previsão nos códigos – por isso não existe aqui a Pena de Morte - porém, outros países adotam um sistema, onde as leis são criadas conforme o fato acontecido. Já que alguém, um dia disse que nesse universo nada se cria, tudo se copia, vamos copiar e criar uma lei nova: Pena de Morte!
Não adianta viver um mundo de utopia, onde a sociedade de bem se torna refém, obra da ineficiência do estado, encarcerada dentro do próprio lar, entre grades e cercas elétricas, alguma coisa que mexa e remexa toda a sociedade tem que ser feita.
Ou então, vamos acostumando às impunidades tal qual dos autores do assassinato em rituais macabros da jovem estudante de Ouro Preto, Um inquérito policial mal feito, um precário acompanhamento do Ministério Público, faz com que não se achem os culpados. Que país é esse? A sociedade só quer saber!
Sabedoria de falastrão
Por aqui, sempre é lembrado "as pérolas", principalmente de jogadores de futebol e, não é por menos que algumas das mais lembradas são: = "comigo ou sem migo, nosso time é um vencedor"...-"nosso time está cada vez mais forte e conosco ninguém podemos"...-"a gente sabemos que o adversário é bem treinado, mas venceremos com muita luta"..."futebol é uma caixa de surpresa, igual uma faca de dois legumes"...(essa última do saudoso presidente corintiano Vicente Matheus).
Mas, do outro lado do mundo, isso também acontece, portanto não é privilégio nosso e assim vejamos algumas: -"meu oponente merece ser espancado até a morte por algum imbecil e, eu gostaria de ter a honra de fazer isso"...(político do sul do EUA) - "nunca tinha feito uma cirurgia de joelho desse porte em nenhuma outra parte do meu corpo"...(jogador de basquete americano) - "não é exagero dizer que os indecisos tanto podem podem optar por um lado quanto pelo outro"...(George Bush, pai) - e por último "fumar mata. E se você morre, perde uma parte importante de sua vida"...(Brooke Shields).
As pérolas importadas foram transcrita das "Seleções Read Digest" março/2008.
América goleia Caldense
Depois de uma primeira etapa sem gols, o América voltou modificado e, logo no início Joãozinho abriu o marcador para o Coelho. Em seguida deixou Fábio Jr. em condições de ampliar, desmontando o esquema defensivo da Caldense. Fábio Jr. marcou dois gols pelo América e ainda perdeu outro dito "gol feito", ao final o América que não vencia a três rodadas, goleou por 4 x 0 o adversário que divide a lanterna do certame com o Ituiutaba.