sexta-feira, 24 de julho de 2009

Atlético vence mais uma e isola na liderança



Um mineirão lotado, com mais de 50.000 torcedores (preços populares/ ingressos) testemunhou o Galo vencer mais uma e isolar na liderança do campeonato brasileiro.
A vítima foi o tricolor carioca, que reestreiava o treinador Renato Gaúcho. A equipe do Fluminense, sob novo comando, bem que tentou impor o rítimo da partida, mas, o Atlético diante de sua torcida, pressionou e saiu de campo vencedor, pelo escore de 2 x 1.
Tardelli voltou a marcar e se mantém na disputa pela artilharia nacional (partidas de todos torneios em disputa no país).
A noite foi mesmo do goleiro atleticano, Aranha assinou o "porque" de sua contratação, fazendo defesas gigantescas durante o jogo.
O Galo soma tres pontos à frente do segundo colocado na competição e agora, aguarda seu próximo adversário, domingo no Mineirão, onde enfrentará a equipe do Goiás.
O trabalho do "administrador de futebol" Bebeto de Freitas, mais uma vez, apresenta resultados favoráveis, que o diga a massa atleticana.

Cachaça, essa é da boa







Transcrito do site Yahoo na íntegra, matéria elaborada por IGOR MARTINS (estudante de Adminsitração). Compare o que ele fala e aproveite para degustar uma da boa....


Cachaça, pinga, aguardente de cana… Você é um pingófilo?
Publicado por Igor Martins em 23.7.2009 às 01:55 em Lifestyle

A maioria das pessoas, quando pensa em cachaça, pensa num destilado forte, que desce queimando, de gosto ruim e que só serve para caipirinhas. Não podemos culpá-las. Boa parte das cachaças populares fazem jus à fama.
Mas isto está mudando e hoje há cachaças boas e acessíveis, cujas características são o contrário das supracitadas, dignas dos mais apurados paladares.
Começarei este texto com uma confissão: já compartilhei da idéia de que a cachaça é um destilado ruim, indigno da minha adega, das boas baladas e das mesas de restaurantes. E tal equívoco se deu devido à minha primeira experiência com essa bebida: há alguns anos, eu e alguns amigos, universitários, de férias, entediados e sem nada na cabeça, decidimos que para matar o tédio nada melhor que um bar ou algo do gênero. Fomos ao supermercado (os bares estavam vazios, depressivos) e compramos uma garrafa de Seleta, uma de Caninha 29 e duas barras de chocolate (diziam que ajudava a descer).
Tomamos as duas cachaças, horríveis, desceram mal, causaram ânsia de vômito rapidamente. Fui dormir praticamente inconsciente na casa de um amigo que tem uma irmã linda, e mandei extremamente mal na frente dela, bêbado e com aquele bafo característico de quem toma um porre de cachaça ruim.
Com uma experiência dessas, difícil gostar de aguardente.
Mudei de opinião quando, tendo certo acesso ao mundo do agronegócio, tive a oportunidade de conhecer uma fazenda onde se produz cachaça de qualidade. Lá acompanhei o processo de fabricação e tomei cachaças brancas, envelhecidas, armazenadas, blends. Elas desceram suaves, sem queimar, com gosto e cheiro agradáveis. Destilados diferenciados. Realmente saborosos.
Então como conseguem fazer cachaças tão diferentes? São muitos os motivos. Vejamos.
A produção da mais brasileira das bebidas
Trabalho não recomendado para homens em depressão
A cachaça é produzida a partir da cana-de-açúcar (tá, conte o que não sabemos). Esta é cortada e posta numa moenda, onde se extrai o caldo. Dependendo da região, o Brix (teor de açúcar) do caldo é muito alto, e deve ser corrigido com a adição de água. Este caldo entra no processo de fermentação (mosto), quando as leveduras transformam o açúcar em álcool. Neste processo é recomendada a assepsia do local, visto que algumas bactérias podem interferir na qualidade do mosto. Quando o mosto chega a 0 Brix, vai para a destilação.
A destilação das cachaças artesanais ocorre geralmente em alambiques de cobre, mas também pode ser feita em alambiques de inox. O composto resultante da destilação pode ser dividido em três frações: a cabeça, o coração e a cauda. A cabeça e a cauda, primeira e última partes da destilação, possuem componentes tóxicos, e não devem ser consumidas. O coração é a parte nobre da destilação, e (em tese) a parte que deveria ser enviada para armazenamento.
As cachaças brancas devem ser armazenadas em tonéis de inox para descanso por 4 meses (repare que não é envelhecimento). As cachaças amarelas podem ser armazenadas ou envelhecidas. A armazenada é aquela que fica numa dorna de madeira por menos de 5 anos, enquanto a envelhecida é a que fica numa dorna de madeira de no máximo 700L por 5 anos ou mais.
Curiosidades sobre a produção
As pingas brancas que não nos agradam são, muitas vezes, resultado do processo de redestilação. Os donos dessas fábricas compram o resto da produção da região (muitas vezes com a fração cabeça) e redestilam.
As amarelas que não nos agradam, muitas vezes não são nem envelhecidas, nem armazenadas. Há formas de se conseguir cor e até aroma por meio de uma mistura com serragem de madeiras de envelhecimento (carvalho ou castanheira, por exemplo). O carvão de madeiras de envelhecimento também é utilizado com esse fim. Há outras formas que transformam uma cachaça branca numa amarela (sem qualidade) em questão de horas.
Dicas e recomendações para você escolher uma cachaça
Foto da dispensa de um pingófilo leitor PdH
Quando vamos escolher um bom vinho para nossa adega ou em outra ocasião qualquer, levamos uma série de fatores em consideração: o local de origem, a uva, a idade etc. Excelente! Facilita na hora da escolha. Os produtores de cachaças ainda não alcançaram tal grau de profissionalismo, embora já há produtores querendo aumentar a qualidade a seus produtos. Esta organização começou a ser implementada, mas ainda é praticamente inexistente. Então se deve tomar alguns cuidados na escolha da pinga:
• Se você só tem acesso à garrafa, sem poder fazer qualquer outro tipo de análise, são poucos os critérios que poderá avaliar. Bom, lembre-se que nem sempre um belo rótulo garante um belo produto. Uma análise que pode ser feita apenas com a garrafa é a da sujidade: se encontrar qualquer sujeira, descarte a marca (sim, algumas são “porcas”).
• Algumas regiões produtoras de cachaça são muito famosas, como Paraty (RJ) e Salinas (MG). Mas repare que ser pertencente a uma dessas regiões não garante qualidade à pinga. Então não se apegue muito a esse critério.
• Se você tiver acesso ao conteúdo da garrafa, repare que as boas pingas não têm gosto adstringente (como o de banana verde) e não descem queimando. As boas pingas brancas têm o aroma que remete à cana, e as envelhecidas (ou armazenadas) aroma que remete à madeira de armazenamento. As cachaças envelhecidas em carvalho ou castanheira, por exemplo, têm aroma que lembra baunilha, entre outras coisas.
• Se a cachaça for folclórica, entenda que você terá um presente bastante inusitado (”Amansa Corno”, “Amansa Sogra” e “Cura Viado” são alguns nomes de pingas folclóricas), mas não terá necessariamente uma pinga de qualidade.
Algumas boas pingas
Há algumas boas cachaças brancas no mercado. Algumas até no supermercado! Paraty, no litoral sul do Rio de Janeiro, é uma cidade famosa pelas cachaças que produz. Uma pinga muito famosa dessa região é a Coqueiro. Ao experimentá-la você logo notará gosto e aroma diferenciados. Há quem diga que essa é a melhor cachaça do Brasil. Participei de uma degustação em que ela ficou em primeiro lugar (entre seis).
Anísio Santiago, antiga Havana
Existe um renomado cachaçólogo que diz que a única bebida que pode ser chamada cachaça é a cachaça branca. Eu discordo (muita pretensão a minha?). As cachaças envelhecidas são… Cachaças envelhecidas, uai! Bom, em Minas Gerais são fabricadas excelentes cachaças envelhecidas. A mais famosa delas é a Anísio Santiago, antiga Havana (dizem que o governo cubano os obrigou a trocar o nome, não sei se é verídico). É envelhecida em dornas de bálsamo. Ela é muito famosa por ser considerada a melhor do mundo e pois você pode encontrá-la por inacreditáveis R$ 200,00 por aí. Dizem que ela perdeu um pouco da qualidade. Infelizmente só tive a oportunidade de experimentar as mais novas, ainda assim muito gostosas.
Outra cachaça amarela que recomendo é a Carvalheira, pernambucana, envelhecida em carvalho (como o nome já diz). Ao cheirá-la você consegue identificar o aroma da baunilha e já prever o gosto. Realmente saborosa.
Há muitas outras boas pingas, mas paro por aqui. Espero ter ajudado a entender um pouco dessa maravilhosa bebida. E que tenhamos novos pingófilos e cachaçólogos depois deste texto!
E você? Qual sua cachaça preferida?

Igor Martins é estudante de administração, acredita ter descoberto cedo como a vida é boa. Gosta da cidade, do campo, da praia e de todo lugar. Quer se aperfeiçoar em todas as áreas da vida... Ele acha possível. Será?

quinta-feira, 23 de julho de 2009

A arbitragem no futebol brasileiro



Não é de hoje que venho alertando para o baixo nível da arbitragem brasileira, onde a falta de critério, má conduta, ou mesmo "ruindade" dos árbitros, acabam por fabricar resultados inesperados de certas partidas.
Sempre aparece um "soprador de latinha" que não mede esforço em aplicar cartão vermelho por uma falta, talvez nem violenta e, depois, amarela outro e com medo de aplicar o vermelho, leva na conversa. É a técnica do "jeitinho brasileiro", essa porqueira que atravessa séculos em terras tupiniquim. Árbitro não tem que conversar com jogador, sua linguagem é o cartão: amarelo ou vermelho, partiu para a conversa, claro, está fazendo média.
Agora a grande mídia está dando o grito, afinal, clubes paulistas e cariocas estão se sentindo prejudicados pelas arbitragens, seja por incompetência ou falta de conhecimento das regras. O certo é que falta um critério para uniformizar ou pelo menos tentar a uniformização da arbitragem. Ao final o clube prejudicado, grita, esperneia e acaba ficando no prejuizo e, ele, o homem do apito, passa impune. Até parece que o juiz, soprador de latinha, também é imune de punição, igual aqueles gravatinhas lá do Congresso Brasileiro.
É só prestar atenção e ver que, ultimamente o beneficiado tem sido o Corinthians, que já levou o campeonato brasileiro no apito e tem recebido benesses da juizada. Eta Brasil difícil. Nem o futebol escapa da corrupção. Isso é uma b*#*@!

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Cruzeiro respira melhor no brasileirão

No interior paulista, estádio do Santo André, gramado de péssima qualidade, palco do confronto da equipe da casa contra o Cruzeiro. Se fosse aqui em Minas Gerais, aquele "campo de futebol", certamente a mídia bairrista do eixo Rio-São Paulo daria um destaque acentuado. Com todas as dificuldades, mesmo não jogando ainda o futebol que levou a equipe celeste às finais da Libertadores, a Raposa foi melhor durante toda a partida e venceu por 2 x 0. A zaga cruzeirense mais uma vez foi improvisada. A equipe de Adilson Batista somou tres pontos na competição e o resultado serve para que a mesma entre de vez no campeonato, embora um pouco tarde. Destaque para o garoto Diego Renan que foi entrando em campo (em substituição) e marcando o segundo gol cruzeirense.

Ipatinga arranca empate fora de casa

O Tigre do Vale do Aço, jogando na noite passada no sul do país, arrancou um bom empate diante do Juventude. A equipe do Ipatinga esteve sempre em desvantagem no marcador, mas, perseguiu o empate que chegou nos minutos finais. Apesar da partida não ter proporcionado bons lances, as equipes buscaram o gol e no final o resultado ficou em 2 x 2. Após esse confronto, o Tigre, agora sob o comando de Emerson Ávila, passou ocupar a oitava posição, que poderá sofrer modificações ao término da rodada. O próximo compromisso do Ipatinga será dia 28 (terça-feira) em Fortaleza, contra o Ceará.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

América garante classificação para nova fase

No Independência, América x Misto de Cuiabá (MT) realizaram a partida da sérice C do brasileirão, ontem, domingo. Foi um confronto entre polos diferentes, pois, o enquanto o Coelho defendia a liderança do grupo C, o Misto tentava sair da lanterna. Não teve jeito para os cuiabanos que já haviam tomado uma goleada na semana passada para a Ituiutaba. A equipe do Misto abriu o placar, mas não teve futebol para aguentar o tranco, acabou sendo goleado impiedosamente por 5 x 1. Esse resultado, garante praticamente a classificação do América para a próxima fase do certame.

domingo, 19 de julho de 2009

Atlético mantém liderança e Cruzeiro amarga mais uma derrota no brasileirão

Pela décima segunda rodada do campeonato brasileiro, Atlético x Vitória se enfrentaram no Barradão. Os atleticanos suportaram a pressão baiana e assegurou o empate de 0 x 0 que lhes garantem a liderança no certame. Os números de pontos dos mineiros se igualam ao do Palmeiras, mas, pelo critério de desempate a equipe de Celso Roth fica no topo da tabela.
No próximo compromisso, o Galo enfrenta em casa, um dos últimos colocados, o Fluminense.
No Mineirão, Cruzeiro x Corinthians jogaram uma partida, onde o principal assunto foi Ronaldo Fenômeno, que deixou a marca de seus pés na calçada da fama no estádio Magalhães Pinto.
Após abrir o marcador, os corintianos pressionaram e tiveram uma penalidade esperdiçada por Ronaldo, numa grande defesa de Fábio (mais uma vez um dos poucos a se salvar na equipe estrelada). No lance de penal, Leonardo do Cruzeiro foi expulso. Mesmo com dez jogadores em campo, a Raposa pressionou, mas em jogada de contra-ataque, Ronaldo ampliou. No final Kleber descontou para os cruzeirenses, de penalty e por sorte a cidadela corintiana não caiu já nos descontos, com o zagueiro tirando a bola em cima da linha e na sequência, o arqueiro alvi-rubro se arrojando nos pés do atacante celeste. Final, Corinthians 2 x 1 e, o Cruzeiro rondando a zona de rebaixamento. Próximo compromisso do Cruzeiro, fora de casa, contra o Santo André.